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  • Núcleo Acalanto de Teatro

    Instiuição: Colégio Eduardo Gomes
    Direção: Dudu Oliveira e Robson Comelli

    São Caetano do Sul - Grande São Paulo

     

    O Núcleo nasce em 2010, dentro do Colégio Eduardo Gomes, mantido pela Fundação dos Rotarianos de São Caetano do Sul. A princípio, apenas como aulas de teatro para crianças e jovens de dez anos em diante, e depois como núcleo criador de arte e cultura na cidade de São Caetano do Sul. Existem ao todo 12 núcleos de teatro dentro do colégio, sendo esse (Núcleo Acalanto) o mais antigo e tem em seu currículo, montagens como Acalanto, Bailei na Curva, A Farsa do Advogado Patelin, Arlequim de Carnaval entre outros. Trabalhos que ao longo dos anos vem se apresentando dentro e fora da cidade. Atualmente a turma tem um trabalho semanal de 10 horas com dois professores de teatro, Dudu Oliveira que é ator é diretor teatral e Robson Comelli que é Dramaturgo e pedagogo com especialização em arte educação.

     

  • Coletivo Anônimo de Atuadores

    Instiuição: Grupo Independente - CEU Pêra-Marmelo
    Direção: Murilo Gaulês

    Fundado no início de 2009, na época sediado no Jaraguá/SP, pelo ator, pesquisador e diretor artístico Murilo Gaulês, o Coletivo Anônimo de Atuadores atua nas periferias da Cidade de São Paulo com uma pesquisa séria e aprofundada sobre a dramaturgia do espaço e os atravessamentos do espectador na obra de arte contemporânea, realizando oficinas, workshops, debates, intervenções, performances e apresentações de espetáculos abertos a comunidade como forma efetiva de democratizar o acesso a arte e dar pertencimento a esta dos meios de produção artística.

    Com uma pesquisa direcionada ao trabalho do ator e a construção de um “espaço penetrável” (espaço este que, com a intervenção do espectador torna-se local de debate/confronto da realidade social, individual e efêmera em posição de resistência),o grupo possui em repertório 3 espetáculos: Sonhos de Uma Noite no Sertão (adaptação do texto de William Shakespeare), Cinderella ou o Sapatinho Encarnado no Pé de Caju (Adaptação do conto dos Irmaõs Grimm e inspirado na obra de Carlos Alberto Sofredinni) e Da Janela do Ceu Vejo o Outro Lado do Morro (Contemplado pelo programa VAI).

     

  • Teen Bizzles

    Instiuição: Escola Estadual Oswaldo Aranha
    Direção: a confirmar

    Estamos em um novo método de ensino, que é uma escola de ensino integral, que valoriza e incentiva o projeto de vida dos alunos e muitos deles sonham em ser artistas. Buscamos apoio do Conexões para acima de tudo adquirir conhecimento na área.

  • Grupo Canalhas

    Instiuição: Escola Estadual Isabel Ferreira da Silva - Mogi das Cruzes SP
    Direção: a confirmar

    O grupo tem o objetivo de difundir a cultura, literatura no ambiente escolar, promovendo integração, socialização e inclusão social. Através de debates de temas de relevância social e também fruição cultural.

  • Tô em outra Cia. de Teatro

    Instiuição: Grupo Independente
    Direção: Jorge Alves

    Desde 2007, com a passagem de vários diretores e como já era planejado pelo Coordenador Geral do Programa Vizinho Legal, Leandro Oliva, em 2012 foram contratados os arte educadores, Liana Ferraz e Wallyson Mota, para dirigir e instigar o interesse do grupo em ampliar seus conhecimentos e horizontes no universo cultural, artístico, e realizar intervenções culturais na comunidade Vila Nova Jaguaré na zona oeste de São Paulo.  Quatorzes jovens foram convidados a criar a "Tô em Outra Cia. de Teatro" que surgiu no dia 05 de Maio de 2012, com o objetivo de ser um núcleo de pesquisas teatrais, assim, obtendo autonomia e, ao mesmo tempo, desenvolvimento como criadores, produtores e artistas conquistando outros espaços.Cada integrante escolheu uma função, além de atuar, entre: dramaturgia, confecção de figurinos e adereços, produção, assistência de direção e sonoplastia. No segundo semestre de 2012, foram contemplados com o prêmio do Edital Aprendiz Comgás, e realizaram uma peça teatral de rua intitulada: “Das Ruas, Um Orfeu de Mochila”, que ficou em cartaz nas ruas da comunidade Vila Nova Jaguaré no mês de Dezembro de 2012 somando o total de 5 apresentações com a média de 429 espectadores. Desde a estreia, o espetáculo vem sendo apresentado na comunidade, no bairro e em outros projetos sociais, inclusive na zona rural de cidades do interior de São Paulo, totalizando em 2013, sete apresentações com média de 420 pessoas. A peça foi escrita, dirigida, produzida e encenada pelo grupo.Um grupo de jovens com autonomia, iniciativa e com vontade de mudar a comunidade através da arte.  Inspiram outros jovens e o diferencial do grupo é ser a única Cia. de Teatro Jovem na Zona Oeste de São Paulo na comunidade Vila Nova Jaguaré, que leva cultura, alegria, música através de espetáculos teatrais de rua e intervenções.

  • Coletivo Apoena

    Instiuição: Grupo Independente
    Direção: Cacá Rodrigues

     O próprio nome escolhido pelo o grupo "Apoena", significa enxergar longe, enxergar além, é enxergar a marca daqueles que permaneceram, daqueles que foram, é enxergar os pequenos meninos que se transformaram em grandes jovens, é enxergar um projeto que nunca esteve ausente, e sim sempre acreditou no nosso trabalho.

    O coletivo se formou em 2011, com um grupo de jovens numa oficina de teatro, no mesmo ano foi comtemplado para participar do Projeto Conexões Teatro Jovem 2011 e 2012 - primeiro com a peça "Teseu" de Cássio Pires, foi um presente o texto falava de formação de grupo, suas tramas, amor, discussões, encontros, desencontros e amizades. No ano seguinte, em 2012, com o texto "Flor da Pele" de Mariana Marteleto, a autora relata uma história poética, que trás a transformação de menina-mulher, seus questionamentos, seu corpo, seus pensamentos e dúvidas.

    "Teseu" nos rendeu prêmios no Festival da Fundação das Artes Estudantil em São Caetano,em 2012. E com a peça "Flor da Pele", participamos de dois festivais onde em ambos fomos premiados, em 2013, no Festival Estudantil do Sesi de Sorocaba e Festival Fundação das Artes Estudantil em São Caetano.

    Após abordar as histórias dos três anos de existência do Coletivo, os nossos saberes está ligado ao Projeto Conexões. Em 2014, esperamos retribuir o convite que foi muito aguardado. Ao rever a breve trajetória do Coletivo, talvez possamos a justificar o nome Apoena. Aquele que vê mais longe.

  • Cia. Vizinho Legal

    Instiuição: Grupo Independente
    Direção: Leandro Oliva e Edemi Júnior

    A Cia de Teatro Vizinho Legal 2a. geração integra o projeto social PALCO - Projeto Para Arte, Lazer, Cultura e Orientação, criado e gerido pela empresa Ideia.SP Projetos Sociais, Artes e Eventos.

    O objetivo deste projeto é ampliar, por meio da arte e educação, as possibilidades de escolhas, oportunidades e perspectivas de futuro de crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social da cidade de São Paulo, de modo a atuarem, como cidadãos, em seu contexto social. Nasceu como fruto de resultados quantitativos e qualitativos alcançados por 12 anos de Programa Social Vizinho Legal, desenvolvido pela empresa Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. e 07 anos de participação da Cia de Teatro Vizinho Legal 1a. geração no Projeto Conexões, como a criação da Tô em Outra Cia de Teatro – grupo independente de teatro jovem, o surgimento de  jovens atores, diretores, dramaturgos, músicos, educadores e uma geração de jovens no Ensino Superior nas mais diversas carreiras.

    No Projeto Conexões, a Cia de Teatro Vizinho Legal realizou as seguintes montagens: Meio-Fio, de Marcelo Rubens Paiva, direção de Marcello Airoldi (2007); My Face, de Nigel Williams, direção de César Negro (2008); Lindo de Morrer, de Cristopher William Hill, direção de Daves Otani (2009); Maledicência, de Jandira Martini, direção de Danillo Moreno (2010); Contos que cantam sobre pousospássaros, de Cláudia Schapira, direção de Jacqueline Obrigon (2011); As Crisálidas, de David Harrower, direção de Liana Ferraz e Wallyson Rodrigues (2012); A Estática, de David Anderson, direção de Andreza Rodrigues e Edemi Jr. (2013).

  • Cultura Inglesa

    Instiuição: Cultura Inglesa
    Direção: Fernanda

    O grupo da Cultura Inglesa está no projeto Conexões desde 2007, mas a formação atual existe desde 2012. O grupo participou do projeto em 2012 com Septeto Fatal, 2013 com Celular- O Show e 2014 com Cimbelino XXI: um ensaio. Alunos e ex-alunos da Cultura Inglesa participam do elenco que a cada ano se modifica. Todos os anos o grupo se renova: recebe novos integrantes e também se despede de outros. O grupo tem trabalhado com muita dedicação e bom humor para levantar os espetáculos e diversas atividades ajudaram no processo de criação das peças, tais como: workshop com o autor da peça, fórum de discussão, troca de vivências com outros grupos participantes e ainda a visita de diretores colaboradores do Célia Helena aos ensaios. 

  • Colégio São Luís

    Instiuição: Colégio São Luís
    Direção: Tuna Serzedello

    A primeira apresentação de um grupo de teatro formado por alunos do Colégio São Luís foi com sua primeira turma em 1867 e sempre teve alunos participando de atividades ligadas ao teatro. O Colégio acredita no teatro como importante ferramenta para a formação humana e cultural de crianças e jovens, para tanto realiza Mostras de Teatro anualmente e a cada dois anos participa da Bienal de Arte dos Colégios Jesuítas. O grupo que representa o Colégio São Luís no Conexões é formado por estudantes do Ensino Fundamental e Médio e é parte dos cursos de teatro oferecidos pelo colégio aos alunos. No Conexões montou os textos: “Peça de Horror” (2007); “Uma História de Vampiro” (2008), “Blecaute” (2009); “Nas Alturas” (2010); “Contos que cantam sobre pousospássaros” (2011); “Septeto Fatal” (2012) e “A Estática” (2013). Em 2014 tivemos a honra de encenar um texto de um ex-aluno do Colégio São Luís e do Projeto Conexões “A Voz do Silêncio” de José Arthur Ridolfo.

  • Escola Superior de Artes Célia Helena

    Instiuição: Escola Superior de Artes Célia Helena
    Direção: Luaa Gabanini

    A Escola Superior de Artes Célia Helena, desde o início de suas atividades em 2008, tem como umas das ações mais importantes dar continuidade ao programa de estudos e de investigação prática e teórica sobre as artes cênicas instauradas há 37 anos pelo Teatro-escola Célia Helena. Fomentar o diálogo e a interface do teatro com as diversas linguagens artísticas, promover e estimular a autonomia criativa e a participação em processos de criação são alguns dos fundamentos artístico-pedagógicos desenvolvidos pela Escola Superior de Artes Célia Helena. A valorização da função do teatro como instrumento facilitador para o desenvolvimento individual, o trabalho em grupo, a compreensão do sentido de pertencimento com foco no coletivo, no meio ambiente e no compartilhamento de ideias são aspectos que aproximam e identificam a Escola Superior de Artes Célia Helena aos objetivos e filosofia do Projeto Conexões.

  • Conservatório de Tatuí

    Instiuição: Conservatório de Tatuí
    Direção: Marcos Cesar Caresia e Carlos Ribeiro

    Os cursos de teatro do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos existem desde 1976, iniciados por Moisés Miastkwosky. Em 1990, foi criado o setor de Artes Cênicas, que mantém o Curso de Formação de Atores, as Oficinas Técnicas, o Projeto Pensando na Criança (voltado para crianças da periferia da cidade) e o Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo. Em todos esses anos, o setor de Artes Cênicas formou profissionais de teatro e montou centenas de espetáculos, destacando-se “Édipo Rei” de Sófocles, “Santa Joaninha e sua cruel peleja contra os homens de guerra, contra os homens d’igreja” de Timochenko Wehbi, “O Desconhecido” de Ozualdo Candeias, “No Natal a gente vem te buscar” de Naum Alves de Souza, “A cantora careca” de Ionesco, entre outras, e recebeu prêmios em importantes eventos, tais como Mapa Cultural Paulista, Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente e Festival Nacional de Teatro de Americana.

  • Grupo de Teatro Adolescente da Fundação das Artes

    Instiuição: Fundação das Artes de São Caetano do Sul
    Direção: Celso Correia Lopes

    "Eram só crianças que queriam simplesmente entrar em um mundo onde nada é impossível, hoje, em outra fase da vida eles tem um sonho - o sonho de fazer as pessoas pensarem, refletirem, e incentiva-las a ver o mundo por um prisma diferente daquele que elas conhecem. O grupo começou com uma inocência, eram crianças, cada um em seu pedaço de palco. Ao passar dos anos na escola, a turma foi, aos poucos, tornando-se um  grupo. Alguns entravam, outros saiam, alguns passavam anos conosco, outros coisa de meses, até finalmente chegar ao que somos hoje. Todos passamos pela fase do improviso, da brincadeira, passamos pela fase do aprender o que fazer, até o que finalmente formamos hoje.”(Mayara Sartori Coqueto, atriz  do Grupo de Teatro Adolescente da Fundação das Artes)

    O Grupo, formado em 2012, é fruto do resultado pedagógico da Escola Livre da Fundação das Artes de São Caetano. Os integrantes participam dos cursos há no mínimo 04 anos, outros integrantes completaram 10 anos de atividade, uma vez que ingressaram nos Cursos na idade infantil. Uma vez que eles permaneceram na Escola e experienciaram todos os módulos do curso, decidiu-se então implementar um Grupo que tem como foco a pesquisa artística por meio da prática de montagem de espetáculos teatrais, além das responsabilidades que envolvem um Grupo de Teatro. Atualmente o grupo é composto 14 integrantes.

  • Ten Sing – ACM Osasco

    Instiuição: Grupo Independente
    Direção: Willians Muciati

    É um programa de jovens para jovens que combina performances de artes em todas as suas formas de expressões. Podem participar adolescentes e jovens associados ou não na ACM, todos entre 12 e 19 anos, afim de produzir arte como expressão de algo.

    Esse programa nasceu na Noruega em 1967 como uma resposta às necessidades dos jovens da ACM. O nome vem de uma combinação entre Inglês e Norueguês da frase “Tennager Singing”, mesmo que cantar não seja o único componente desse programa.

    No Ten Sing todo tipo de expressão artística pode ser integrada, exemplo: música, banda, coral, interpretação, dança, artes plásticas e visuais.

    Nesses 30 anos, o Ten Sing se espalhou rapidamente pela Europa encontrou muito sucesso. Existem Grupos Ten Sing na Noruega, Dinamarca, Suécia, Alemanha, Inglaterra, Irlanda do Norte, Polônia, Hungria, República Tcheca, Eslováquia, Áustria, Suíça, Belarus, Lituânia, Romênia, Bulgária, Finlândia, Estônia, Latvia, Peru, Estados Unidos e Japão.

    O Ten Sing é um modelo de trabalho jovem para a ACM e demonstra nosso foco em juventude. A maior responsabilidade sobre o programa recai sobre as mãos dos jovens participantes. Na ACM Osasco, estamos com esse projeto há 1 ano e com foco no Teatro e Expressão Corporal.

    Em nossos experimentos utilizamos o Texto Blecaute (Davey Anderson) como mote para os nossos primeiros passos, em seguida montamos a Peça Mak'nário (Willians Muciati) e filmamos em uma noite esse experimento.