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OS DEZ ANOS DO PROJETO CONEXÕES

  • mais de 2000 participantes entre jovens e educadores;
  • 39 textos inéditos escritos e publicados em 9 livros;
  • mais de 12 mil espectadores nas Mostras do Projeto;
  • uma reunião de autores de peso que escreveram para o Projeto: Luis Alberto de Abreu, Carl Grose, Marcelo Rubens Paiva, Caco Barcellos, Nigel Williams, Moira Buffini, Abi Morgan, Mario Viana, Noemi Marinho, David Farr, Alex Cassal, Judith Johnson, Nell Layshon, Christopher William Hill, Jandira Martini, Bosco Brasil, Sergio Roveri, Gilberto Dimenstein, Davey Anderson, Cassio Pires, David Harrower, Daisy Campbell, Claudia Schapira, Lisa McGee, Mariana Marteleto, Samir Yazbek, Newton Moreno, Jim Cartwright, Paula Pimenta, Leonardo Moreira, José Arthur Ridolfo, Gregory Burke, Junction 25, Marcos Barbosa, Hugo Possolo, Dennis Kelly, Dib Carneiro Neto, Stef Smith, Marcelo Romagnoli, Lucinda Coxon, Alexandre Dal Farra, Lucienne Guedes e Patrick Marber.

Os números impressionam, mas este não é um projeto de números. É um projeto de pessoas.

Pessoas que, conectadas ao projeto, tornaram-se protagonistas de suas histórias.

Histórias como a do Vizinho Legal, que se firmou como projeto social e recebeu a chancela da UNICEF. Ou como da Mariana Marteleto, participante do projeto, que hoje, aos 20 anos foi nossa autora convidada em 2012 e em, 2014, José Arthur Ridolfo, também com 20 anos repetiu esta história, do Cássio Pires, que escreveu um texto em colaboração com jovens através das redes sociais; ou ainda das peças brasileiras do Conexões que foram encenadas em outros países por jovens ingleses, portugueses e italianos.

A alegria de realizar este do projeto se dá também pela constatação de importantes realizações como a descoberta de talentos, não só entre os alunos para os palcos, o que nos deixa muito felizes; alunos que através do Conexões, hoje estão cursando Artes Cênicas e se dedicam ao teatro.

Nestes dez anos de Projeto, observamos algumas marcas dessa presença:

  • os livros do Conexões são as únicas publicações disponíveis no Brasil com peças voltadas para o público jovem com conteúdo e forma pertinente;
  • o desenvolvimento de uma pedagogia para o ensino do teatro, criando a função do “diretor-colaborador” para ampliar o olhar dos professores e alunos, sem interferir no processo de criação do grupo;
  • a queda das barreiras do bullying, das condições econômicas e da competição nas diferentes montagens da mesma peça, planejadas em conjunto pelos alunos nos workshops de imersão;
  • a participação de alunos ingleses apresentando uma peça construída em processo colaborativo e oferecendo um workshop para os colegas brasileiros;
  • a conexão entre o teatro profissional e as escolas, por vezes tão distante, é encurtada com alunos de diferentes locais se encontrando para irem ao teatro, seja para assistir as peças da Mostra do Projeto Conexões ou da Escola Superior de Artes Célia Helena, ou ainda aos espetáculos em cartaz na cidade - formação de público e formação de cidadãos. Cidadãos que discutem sua criação em nossos fóruns dos grupos, reunindo alunos de diferentes regiões e classes sociais;
  • a conexão entre instituições que se encontraram na busca de uma sociedade melhor através de ações concretas com e para os jovens - British Council, Cultura Inglesa, Colégio São Luís e Escola Superior de Artes Célia Helena, hoje atendem por um só nome: Conexões;
  • o site do Conexões que publica em dois idiomas (inglês e português) e disponibiliza gratuitamente para leitura e download os textos do projeto. http://conexoes.org.br/pecas;
  • em 2014 o Projeto foi finalista do Prêmio Brasil Criativo iniciativa do Ministério da Cultura em reconhecimento à projetos protagonistas da economia criativa.

Depois de tantos encontros, reuniões, mostras, fóruns, orçamentos e alegrias junto da equipe realizadora e testemunha do sucesso do Projeto Conexões, tomamos emprestado a fala final de “As Crisálidas” de David Harrower:

“Eles não acreditam no quanto a gente andou pra chegar até ali. Então nós continuamos andando. Tentando escutar os sons das vozes deles. Os nossos próprios sons. Tem que ser verdade. É um sonho que sonhamos há anos. Desde que éramos pequenos.”


Equipe Conexões