loading

_autores

  • Tim Etchells

    Tim Etchells (1962), artista e escritor residente em Sheffield, desenvolve a sua obra entre as artes performativas, o vídeo, a fotografia, projetos de texto, instalação e ficção numa ampla variedade de contextos, particularmente como diretor artístico do grupo Forced Entertainment.

    Colaborou com diversos artistas plásticos, coreógrafos e fotógrafos. Nos últimos anos, levou a cabo inúmeras exposições no contexto das artes plásticas. Forced Entertainment é um coletivo de criadores fundado em 1984 e sediado em Sheffield. Dos seus espetáculos podemos destacar The Coming Storm (2012), Tomorrow’s Parties (2011), Exquisite Pain (2005), Bloody Mess (2004), First Night (2001), And On The Thousandth Night… (2000), Quizoola! (1996) ou Speak Bitterness (1994).

    Etchells é autor de importantes escritos teóricos. Publicou também textos de ficção, ensinou, deu palestras e organizou workshops por todo o mundo. É Professor de Performance da Universidade de Lancaster

     

  • Márcia Zanelatto

    Marcia Zanelatto é escritora e diretora de projetos da Transa Arte eConteúdo, vive e trabalha no Rio de Janeiro. 

    É idealizadora, diretora geral e uma das autoras da Ocupação Rio Diversidade, realizada no Castelinho do Flamengo, em 215, e daOcupação Grandes Minorias, realizada no Teatro Glauce Rocha, FUNARTE/ 2014. 

    Como dramaturga, recebeu o Prêmio APTR na categoria Melhor Autor 2014e foi indicada ao Prêmio CESGRANRIO na Categoria Melhor Texto Nacional Inédito, pela peça Desalinho. A peça foi contemplada pelo Prêmio BR Cultural 2016. Está indicada ao ao Prêmio Shell de Melhor Texto 2016, junto com Pedro Kosovski e Jô Bilac, pela peça Fatal, direção de Guilherme Leme Garcia.

    É uma das autoras selecionadas para a antologia Teatro Brasileiro Contemporâneo, lançada pelo Ministério das RelaçõeExteriores, emEspanhol, Francês e Sueco.

    Sua peça Eles não usam tênis naique recebeu o prêmio Sexualidade, Violência e Justiça nos Espaço Populares, pelo Ford Foundation, CESEC, CEASM e Observatório das Favelas.

    A peça Tempo de Solidão recebeu o Prêmio Seleção Brasil em Cena do Centro Cultural Banco do Brasil e foi contemplada pelo Edital Circuito SEC de circulação de espetáculos.

    Sua peça Lest we forget foi dirigida por Anna Mors, e apresentada no Theatre503, Londres,  e no Theatre Menilmontant, Paris. 

    É a dramaturga brasileira comissionada pelo Birth Project do RoyalExchange Theatre/ UK, 2016, para o qual escreveu a peça The Birth Machine.

    É criadora e roteirista da sitcom República do Peru!, TV Brasil e Canal Brasil, direção de Carolina Paiva, projeto contemplado  com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual.

    Escreveu, ainda, as biografias Thammy - nadando contra a corrente eGabriela Leite: Filha, mãe, avó e puta.

  • Luis Alberto de Abreu

    Luis Alberto de Abreu começou a carreira como dramaturgo e, depois, passou a escrever roteiros para cinema e TV. A partir dos anos 80, destacou-se como autor ligado ao grupo Mambembe, com as peças Foi Bom, Meu Bem? e Cala a Boca já morreu. Em seus 28 anos de carreira, já conta com mais de 40 peças teatrais – escritas e adaptadas – em seu repertório, com destaque para a antológica Bella Ciao, as premiadas Borandá e Auto da paixão e da alegria, ambas encenadas pela Fraternal Companhia de Arte e Malas Artes; e O Livro de Jó, montada pelo Teatro da Vertigem.

    Como roteirista se destacou no cinema com os filmes Maria (1985); Lila Rapper (1997), juntamente com Jean Claude-Bernardet; e os premiados Kenoma (1998) e Narradores do Vale de Javé (2000); além de Andar às Vozes (2005), juntamente com Eliane Caffé. Já para TV, escreveu os roteiros de duas minisséries globais recentemente: Hoje é Dia de Maria (2005) e A Pedra do Reino (2006).

    Foi, ainda, professor de dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André por oito anos e dramaturgo residente no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), sendo o autor de peças levadas à cena por Antunes Filho, como Rosa de Cabriúna e Xica da Silva. O autor recebeu prêmios, como quatro prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA – 1980, 1982, 1985, 1996), Prêmio Mambembe do Instituto Nacional de Artes Cênicas (1982), Prêmio Molière da Companhia Air France (1982), Prêmio Estímulo de dramaturgia para desenvolver o projeto de pesquisa sobre Comédia Popular Brasileira (1994), Prêmio Mambembe (1995), Prêmio Apetesp (1995), Prêmio Panamco (2002) e Prêmio Shell (2004).

    É a segunda vez que o autor escreve para o Projeto Conexões. A primeira foi em 2008 com a peça "O Primeiro Voo de Ícaro".

  • Anders Lustgarten

    Anders Lustgarten ganhou o prêmio inaugural Harold Pinter Playwright's Award pela sua peça If You Don't Let Us Dream We Won't Let You Sleep no Royal Court Theatre Downstairs.

    Atualmente é autor comissionado pelo Royal Court e pelo National Theatre entre outros teatros importantes na Europa. Adaptou David Peace's The Damned United para o West Yorkshire Playhouse.

    Sua peça mais recente Lampedusa teve duas temporadas no Soho Theatre – a segunda por aclamada demanda do público. Um texto incrível e muito relevante sobre a crise recente dos refugiados. Anders também desenvolve roteiros para televisão e rádio. É um ativista político de longa data que já foi preso por suas atividades em quatros continentes.