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  • Alexandre Dal Farra

    Mestre pelo Departamento de Letras Modernas da FFLCH – USP, na área de Literatura Alemã, Alexandre é dramaturgo, diretor, escritor e músico. Indicado a diversos prêmios, tais quais, Prêmio Aplauso Brasil, Prêmio APCA, Prêmio Questão de Crítica, Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, foi vencedor do 25o Prêmio Shell de melhor Autor, em 2012, pela peça Mateus, 10, que escreveu e dirigiu (a peça venceu também o prêmio CPT de melhor espetáculo para espaço não-convencional). Lançou em 2013 o seu primeiro romance, Manual da Destruição, pela editora Hedra, considerado pelo renomado escritor Ricardo Lísias "uma das melhores obras da literatura brasileira recente". Em 2015 escreveu Abnegação II – O começo do fim, que dirigiu em conjunto com Clayton Mariano, no Tablado de Arruar, O FILHO, para o Teatro da Vertigem, , BRUTO, escrita para o Núcleo Experimental do SESI, dirigida por Luiz Fernando Marques. Ainda neste ano, escreveu o terceiro ato da peça ORGIA do grupo KUNYN, e a peça TEOREMA XXI, para o grupo XIX de Teatro.

             Escreveu ainda as seguintes peças: Petróleo (2011, apoio: Proac), Helena pede perdão e é esbofeteada (2010 – apoio: Fomento ao Teatro; Prêmio Myriam Muniz), Novos Argonautas – Haut aus Gold (2009 – apoio: Fundo de Cultura Alemão; SESC-SP), Quem vem lá (2008 – apoio: SESC-SP) e Nada aconteceu, tudo acontece, tudo está acontecendo (2013 – apoios: Lei de Fomento ao Teatro, Proac).

  • Lucienne Guedes

    Lucienne Guedes é dramaturga, atriz, e diretora. Teve formação em teatro pela ECA-USP, além de formação em dança e música. É atriz fundadora do Teatro da Vertigem (atuou como atriz em Paraíso Perdido (1992 e 2002), como dramaturgista em Apocalipse 1,11 (2000), como atriz em A última palavra é a penúltima 2.0 (2014) e Patronato 999 metros (2015, no Chile). Foi coordenadora e professora da Escola Livre de Teatro, professora convidada do Depto. de Artes Cênicas ECA-USP em 2009, 2010 e 2013 para as disciplinas Dramaturgia e Práticas da cena, da Escola Superior de Artes Célia Helena e da SP Escola de Teatro. Desenvolveu projeto de pesquisa de mestrado na ECA-USP, sob orientação de Silvia Fernandes e em 2012 iniciou o doutorado, ambos a respeito de processo de criação de dramaturgia. Sua peça As mulheres perderam a guerra foi contemplada pelo ProAC Dramaturgia Inédita – 2011. É também artista colaboradora da Cia. Balagan, do Teatro de Narradores e do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Em 2014, fez a adaptação e dirigiu Angústiana EAD, a partir da obra de Graciliano Ramos. Em 2015 fez, como atriz, o espetáculo Memórias Impressas, no CCSP e no Teatro de Arena, com dramaturgia premiada e direção de Claudia Schapira.

    Autora de mais de 20 peças, em dezembro de 2014 foi palestrante convidada (keynote) do 3rd Annual Graduate Symposium on Theatre and Performance Studies - Cultural Indigestion na Universidade de Indiana – EUA, além de suas peças  Eu não esperava por tanta humanidade e A recusa da flor terem recebido tradução e montagem no Lee Norvelle Theatre and Drama Center, na mesma Universidade.

     

     

  • Lucinda Coxon

    Lucinda Coxon é uma autora britânica premiada por seus trabalhos no cinema, televisão e teatro.

    Os seus roteiros filmados incluem: "The Danish Girl", "Wild Target" e "The Heart of Me", estrelado por Helena Bonham Carter, Olivia Williams e Paul Bettany. Dentre as suas peças estão: "What Are They Like?" (National Theatre/Connections); "Herding Cats" (Theatre Royal Bath e the Hampstead Theatre), "Happy Now?" (National Theatre e 59E59 Theaters in NYC), que recebeu o prêmio de melhor peça no Writers Guild of Great Britain's Award; "Nostalgia and Vesuvius" (South Coast Repertory Theater); "The Eternal Not" (National Theatre); "Waiting at the Water's Edge" (Bush Theatre); e "Improbabilities" (Soho Poly). Escreveu para TV a série "The Crimson Petal and The White", indicada ao BAFTA na categoria best mini-series em 2011.

    Atualmente, ela está adaptando para cinema a obra "Sweet Tooth", de Ian McEwan, e escrevendo uma nova peça para o National Theatre. 

  • Patrick Marber

    Patrick Marber cresceu em Wimbledon e estudou Inglês na Wadham College de Oxford. Começou sua carreira como comediante stand up e ator em comédias de rádio.

    Marber escreveu sua primeira peça "A escolha do jogador" em 1995. Estreou no Royal National Theatre de Londres, em fevereiro de 1995, numa produção dirigida pelo próprio dramaturgo. Marber escreveu a peça em workshop no estúdio do National Theatre, mas agora vê a decisão de dirigir a produção como "pouco inteligente" – sua única experiência como diretor até então tinha sido um espetáculo de Steve Coogan no Festival de Edimburgo. Ainda assim, a peça foi um sucesso: transferiu-se para o West End e ganhou inúmeros prêmios, incluindo o Writer's Guild Award de 1995 (Melhor Peça do West End) e o Evening Standard Award de 1995 como Melhor Comédia do Ano. "A escolha do jogador" foi produzida em várias cidades de todo o mundo, incluindo Melbourne, Nova York, Berlim, Chicago e Viena.

    Desde então, dirigiu suas duas peças originais no mesmo local: "Closer" em 1997 e "Howard Katz" em 2001.

    "Closer" foi premiada com o Laurence Olivier Theatre Award de 1998 como Melhor Estreia de 1997 e com o London Critics Circle Theatre Award (Drama) de 1997 também como Melhor Estreia. Foi transferida do National Theatre para o West End e foi encenada na Broadway (onde foi nomeada para o prêmio Tony de Melhor Estreia). Viajou pelo Reino Unido e foi produzida em todo o mundo. Em 2004, foi adaptada para a tela por Mike Nichols. Na Suécia, estreou no Royal Dramatic Theatre em Estocolmo, estrelada por Gunnel Fred, Jakob Eklund, Dan Ekborg e Melinda Kinnaman em 1998.