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  • Dib Carneiro Neto

    Dib Carneiro Neto, 53 anos, natural de São José do Rio Preto – SP, é jornalista radicado em São Paulo desde 1979, ex-editor do Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo, função que exerceu por oito anos, até fevereiro de 2011. Trabalhou no Estadão por 19 anos seguidos e, antes, atuou em Veja São Paulo por quatro anos e na Gazeta de Pinheiros por sete anos. É hoje um dos mais respeitados críticos de teatro infanto-juvenil do País, função que exerce desde o início dos anos 1990.

    Atualmente, mantém uma coluna semanal virtual de críticas de teatro infantil no site da revista Crescer, da editora Globo. É jurado do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (ex-Femsa) e da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). Há dois anos, tem sido curador do Festival de Artes para Crianças, sediado em Registro no mês de outubro. Também há três anos é curador de teatro infantil do Circuito Cultural Paulista (CCP)  e do Edital ProAc de Fomento, Difusão e Circulação de peças infanto-juvenis. Também integrou, em 2014, a comissão julgadora do 1.º Prêmio José Renato de Fomento ao Teatro na Cidade de São Paulo e a comissão do Prêmio Governador do Estado na categoria arte para crianças.

    Além de jornalista, é um premiado autor de peças teatrais. Escreveu, por exemplo, Adivinhe Quem Vem para Rezar, montada em São Paulo e em mais 20 cidades, com Paulo Autran e Claudio Fontana. A peça já teve montagens internacionais em Portugal (Porto), na Argentina (Buenos Aires e interior), no Paraguai (Assunção) e no Chile (Festival de Valparaíso). Também é autor de Salmo 91, peça pela qual ganhou o Prêmio Shell de melhor dramaturgo de 2007 em São Paulo. Foi a primeira adaptação teatral do best seller Estação Carandiru, de Drauzio Varella. Salmo 91 já teve montagens em Montevidéu, Uruguai, e em Salvador, BA. Em breve, será publicada em inglês (Psalm 91) na revista norte-americana de dramaturgia contemporânea, ‘Theater’, da Yale University.

    Ainda para o teatro traduziu diretamente do francês a peça Calígula, de Albert Camus, montada em 2009 e 2010 com direção de Gabriel Villela e, no papel-título, Thiago Lacerda.  Em junho de 2011, estreou no Rio e, em seguida em São Paulo, sua adaptação teatral do romance Crônica da Casa Assassinada, de Lúcio Cardoso. Em outubro de 2011, estreou seu texto Depois Daquela Viagem, no Sesc Anchieta, em São Paulo, baseado no best-seller juvenil de Valéria Piassa Polizzi. Em janeiro de 2014, foi a vez de sua peça Um Réquiem para Antonio, no Tucarena, em São Paulo, sobre a lenda da inveja de Salieri por Mozart.

    É autor dos livros A Hortelã e a Folha de Uva (ed. DBA), de crônicas afetivo-gastronômicas sobre sua ascendência libanesa, e de Pecinha É a Vovozinha (ed. DBA) e Já Somos Grandes (ed. Giostri), ambos com críticas e reflexões sobre a produção de teatro infantil em São Paulo. Acaba de lançar, em outubro de 2014, seu primeiro livro de poemas, Dia de Ganhar Presente, pela editora Íthala. 

     

  • Marcelo Romagnoli

    Marcelo Romagnoli é dramaturgo e diretor, atuando nos teatros adulto e infanto-juvenil na cidade de Sâo Paulo desde 1994.

    Formado em Direção Teatral pela ECA/USP e História da Arte pelo Instituto Lorenzo de Médice em Florença-Itália.

    Desde 1998 escreve regularmente para crianças e jovens, assinando textos como “Tempo de Nada. Tempo de Tudo." em parceria com Juliana Jardim (1998); “Esperando o Lima” com o Trio Pirathiny (1999); "O Retrato de Janete" com Magali Biff (direção de Dedé Pacheco, 2001); “Luna Clara e Apolo 11" adaptação do romance de Adriana Falcão (direção de Cris Lozano, 2005); “Um destino para Julieta e Romeu”, com a Cia Barracão Cultural (direção Cris Lozano, 2006); "A criança mais velha do mundo" (2010, dir Claudia Missura), "A história do Soldado" de Igor Stravinsky (2011), “O Menino que mordeu Picasso” (2012), “Terremota” (2012) “O segredo dos dois Pinóquios” (2013, dir. Johana Albuquerque).

    Desde 2004 escreve e dirige os espetáculos da Banda Mirim: "Felizardo" (2004), "O Menino Teresa" (2007), “Sapecado” (2008), “Cabaret 68” (2009), “Espoleta” (2010), "Radio-Show" (2011),  “O Fantasma do Som” (2013) e “Festa” (2014).

    No teatro adulto dirigiu, entre outras: "Eu Sou Vida"; "Eu Não sou Morte de Qorpo Santo", na XXII Bienal de Artes de São Paulo (1996); "Madrugada", com Juliana Jardim, em SP, RJ, PR, RS, Seattle, Los Angeles (2001); “Aviso Sidereo”, adaptações dos textos Paixões da Alma baseado em René Decartes; "Sistema do Mundo", baseado em Isaac Newton e "Tratado do Nada" baseado em Blaise Pascal (2005); "Meu filho sem nome" de Izilda Simões (2011) e “Atrás do pano” de Luiza Jorge (2012).

    Entre os prêmios recebidos, destacam-se o da Associação Paulista dos Críticos de Arte APCA 2012 e Coca-Cola FEMSA 2012 de melhor Texto “Terremota”; APCA 2010 de Melhor Diretor com o espetáculo "Espoleta", APCA 2008  Melhor Texto e APCA Melhor Espetáculo com "Sapecado". Prêmio Coca-cola Femsa 2008 Melhor Texto com "Sapecado". Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 Melhor Espetáculo “Sapecado”. APCA 2004 Melhor Espetáculo Musical “Felizardo” e Prêmio FEMSA 2004 Melhor Espetáculo “Felizardo”. APCA 2002 Melhor Espetáculo Infantil “O Retrato de Janete”.

    Foi professor de teatro na Fatec-SP (1994/98), no Esporte Clube Pinheiros SP (1994/98) e artista-orientador na Secretaria de Cultura de São Paulo entre 2003/06.

    Colaborador no suplemento Folhinha do jornal Folha de São Paulo em 2010.

     Tem três livros publicados: “A criança mais velha do mundo” (Panda Books) ; “Os mundo de Teresa” (Cia das Letras) e “Sete textos de teatro para crianças e jovens” (Secretaria de Cultura de SP).

  • Stef Smith

    Stef Smith estudou Dramaturgia e Artes Cênicas com especialização em Direção na Queen Margaret University de Edimburgo. Desde sua graduação em 2009, trabalha profissionalmente como diretora e autora.

    Atualmente, Stef é mais conhecida pelo texto do sucesso de crítica e de público, a peça RoadKill (Festival de Edimburgo de 2010, 2011). O espetáculo ganhou vários prêmios, incluindo um Fringe First, um Herald Angel e o Amnesty International Freedom of Expression Award (prêmio Liberdade de Expressão da Anistia Internacional). Mais recentemente, a peça ganhou o prêmio Laurence Olivier e viajou em turnê para Londres, Paris, Chicago e Nova York. 

    Stef está associada ao Teatro Nacional da Escócia e, em 2013, fazia parte do programa inaugural National Writers do Royal Court Theatre de Londres. Também foi convidada para a residência do Banff Centre em Alberta, Canadá. 

    Recentemente, Stef escreveu uma peça curta para o Theatre Uncut e para a companhia de teatro turca DOT. A peça também foi apresentada em Istambul e durante o Fringe Festival de Edimburgo. Stef também escreve a pedido do Traverse Theatre de Edimburgo e do Royal Court de Londres.

    Outros créditos incluem: CURED (Glasgay!), Woman of the Year (Oran Mor), Falling/Flying (The Tron, Glasgow), The Silence of Bees (The Arches) e uma radionovela para a BBC Radio Scotland chamada Tea and Symmetry.

  • Dennis Kelly

    Autor dos roteiros de mais de 15 peças teatrais, um filme e algumas séries de TV, Dennis Kelly já foi premiado com quatro Tonys e sete Oliviers, os principais prêmios do teatro nos EUA e na Grã Bretanha, respectivamente. Em 2009, ele foi considerado o melhor dramaturgo não germânico pela revista alemã Theater Heute, e, em 2011, teve um livro com suas quatro primeiras peças publicadas. Suas principais obras além de "DNA" são: "Osama: The Hero", "Love and Money", "After the end" e "Orphans". ). A sua obra já foi encenada na Alemanha, Áustria, Suíça, Eslováquia, Holanda, República Checa, Portugal, Itália, Austrália, Japão, Brasil e Estados Unidos.