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  • José Arhur Ridolfo

    Estudei no Colégio São Luís praticamente minha vida toda até agora. Desde pequeno já gostava de imitar os outros ou enganar todo mundo encenando ataques epiléticos para aterrorizar os professores. Porém, comecei a levar minhas experiências cênicas mais a sério entre os 9 e 10 anos, quando me mudei para Brasília e estudei numa escola bilíngue cuja grade curricular continha aulas de "Drama", que em português pode-se considerar teatro. Lá recebi muitos elogios e inclusive certificados de bom desempenho do professor. Também nesse período comecei a escrever, principalmente poemas e esquetes. Com mais ou menos 12 anos voltei para São Paulo e para o Colégio São Luís. Continuei escrevendo sonetos e também mini-contos, e um ano depois, em 2008, entrei no teatro e consequentemente no Projeto Conexões, do qual participei pelos próximos quatro anos, até 2012, quando entrei no Exército. No ano seguinte escrevi A Voz do Silêncio, resultado de todas as minhas experiências no Projeto e com as ótimas pessoas que nele conheci. Apesar de ser meu começo oficial e modesto no mundo da dramaturgia, afirmo com confiança - é só o começo.

  • Hugo Possolo

    Dramaturgo, ator, cenógrafo, figurinista e diretor de teatro, circo e ópera, Hugo Possolo prefere se definir como Palhaço. Autor de mais de 30 peças teatrais, além de diversos roteiros de shows, dirigiu mais de 50 espetáculos em sua carreira. Fundou o grupo teatral Parlapatões. Entre seus trabalhos destacam-se: Sardanapalo (93); U Fabuliô (96); Piolin (97); A Flauta Mágica (96), sob regência de Abel Rocha; Não Escrevi Isto (98); Farsa Quixotesca (99); Eu e Meu Guarda-Chuva (2003), em parceria com Branco Mello, dos Titãs; As Nuvens e/ou Um Deus Chamado Dinheiro (2003); Prego na Testa (2005); A Italiana em Argel (2007), sob regência de Jamil Maluf e Parlapatões Revistam Angeli (2013); Burguês Fidalgo (2014) e Eu Cão Eu (2014), pelo qual foi indicado ao Prêmio Shell de melhor texto. Foi Coordenador Nacional de Circo da Funarte (2004/2005). Fundou o Circo Roda onde escreveu e dirigiu Stapafúrdyo (2006); Oceano (2008) e DNA – somos todos muitos iguais (2010). Foi indicado ao Prêmio Governador do Estado de São Paulo (2011) pelo trabalho dedicado ao Circo. Integrante da Associação de Amigos da Praça, responsável pela fundação da SP Escola de Teatro. Realizador da Festa do Teatro, evento de distribuição gratuita de ingressos de teatro. Coordena o Espaço Parlapatões, marco na revitalização do centro paulistano e o Galpão Parlapatões, centro de pesquisa em artes circenses.

  • Marcos Barbosa

    Dramaturgo formado pelo Instituto Dragão do Mar (Fortaleza) e pelo Royal Court Theatre (Londres), Marcos Barbosa atua com dramaturgia para teatro e para o audiovisual. Encenações de suas peças incluem “Avental todo Sujo de Ovo” (dir. Bruno Guida, 2013), "Policarpo Quaresma" (dir. Luiz Marfuz, Teatro Castro Alves, 2008), "Auto de Angicos" (dir. Amir Haddad, 2007) e "Quase Nada" (dir. Roberto Lage, 2003). Encenações internacionais incluem "Feast" (dir. Rufus Norris, Young Vic / Royal Court Theatre, Londres, 2013), "Delantal Todo Sucio de Huevo" (dir. Julio Cesar Ramirez, Teatro D'Dos, Havana, 2013), "Niente, Quasi" (dir. Ennio Coltorti, Teatro Palladium, Roma, 2009), "At the Table" (dir. Pietro Gonzales, Lamicro Theatre, Nova Iorque, 2006) e "Almost Nothing / At the Table" (dir. Roxana Silbert, Royal Court Theatre, Londres, 2004). Entre as obras de Marcos Barbosa escritas originalmente ou adaptadas para as telas estão “Quase Nada” (dirigido na Itália por Domenico Polidoro), “Braseiro” (dirigido por Thiago Ribeiro) e “A mulher de Roxo” (TV Educativa de Salvador). Marcos Barbosa é doutor em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia e atua como professor de História do Teatro e como coordenador do curso de especialização em Roteiro e Dramaturgia da Escola Superior de Artes Célia Helena.

  • Gregory Burke

    Gregory Burke nasceu em Dumferline em 1968. Após terminar escola e faculdade ele exerceu 'uma série de funções vitais dentro da economia do salário mínimo e ao mesmo tempo não realizou nada que pudesse comprometer a brevidade do seu currículo como dramaturgo'. Em 2001 ele completou uma residência de oito semanas no Royal National Theatre Studio. Em 2002, ganhou o prêmio do Critics Circle de Dramaturgo Mais Promissor e também o prêmio de Melhor Peça Nova do TMa Barclays, além de ser um dos vencedores do prêmio Meyer-Whitworth no mesmo ano pela peça "Gagarin Way". 'A única forma de tornar o teatro mais forte é a mesma que vale pra todas as esferas da sociedade - o dinheiro. E, convenhamos, quando se fala em alocar recursos escassos, há outras áreas que merecem mais que o teatro.'

  • Junction 25

    Junction 25 é um grupo de jovens artistas, com idades entre 11 e 18 anos, que pesquisa o teatro contemporâneo no Tramway Theatre em Glasgow na Escócia. O grupo foi formado em 2005 e a produção é coordenada por Jess Thorpe e Tash Gore. Com encontros semanais, o grupo se engaja em um sistema de processo colaborativo para criar trabalhos originais e autorais.

    O Junction 25, que foi criado com o objetivo de dar voz aos jovens no teatro contemporâneo dentro de um contexto profissional, é um lugar de encontro, onde é possível explorar grandes questões sobre o mundo, dar respostas criativas a estas perguntas e compartilhar essas respostas com outras pessoas.