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  • Caco Barcellos

    É jornalista, repórter de televisão, que se especializou em investigações policiais e reportagens sobre crimes. Antes de trabalhar para a Rede Globo, foi repórter dos maiores jornais do Brasil e das revistas de informação semanal, IstoÉ e Veja. É o autor do famoso livro Rota 66, obra ganhadora de oito prêmios de direitos humanos e o Prêmio Jabuti de literatura. Seu terceiro livro, Abusado, o dono do morro Dona Marta, é um relato do tráfico nos morros cariocas, de como "nascem" os traficantes e do relacionamento entre eles e a comunidade.

    Com o Abusado, Caco Barcellos foi novamente vencedor do Grande Prêmio Jabuti, como melhor obra de não-ficção do ano de 2004. Assim como o Rota 66, o Abusado faz parte do currículo escolar de várias escolas da periferia de grandes cidades brasileiras. Caco também é o autor do livro Nicarágua: a revolução dos meninos (sua primeira obra editorial), pouco conhecida, sobre o movimento sandinista que tirou o país das garras da ditadura de Anastazio Somoza. Foi também vencedor de mais de vinte prêmios por reportagens especiais e documentários produzidos pela televisão, entre os quais o Prêmio Vladimir Herzog, por uma reportagem sobre os 20 anos do atentado militar, durante a ditadura, deflagrado no Riocentro durante as comemorações do Dia do Trabalho.

  • David Farr

    É dramaturgo e diretor teatral. Ruckus in the Garden (Treta no jardim) é seu segundo texto para o NewConnections. Desde junho de 2005 é o Diretor Artístico do Teatro Lyric Hammersmith de Londres. Já dirigiu o Gate Theatre e Bristol Old Vic. Como diretor seus trabalhos de maior destaque são The UN Inspector no National Theatre, Tamburlaine no Barbican e Midsummer’s Night Dream no Bristol Old Vic. Tem diversas peças publicadas e também escreve para televisão.

  • Marcelo Rubens Paiva

    Escritor e dramaturo, nasceu em 1959 em São Paulo. Ganhador do Prêmio Jabuti (1983), Moinho Santista (1985) e Shell de Teatro (2000), estudou na Escola de Comunicações e Artes da USP, freqüentou o mestrado de Teoria Literária da Unicamp, o curso de dramaturgia do Centro de Pesquisas Teatrais do Sesc-SP e o Knight Fellow Program da Universidade de Stanford, Califórnia. Publicou os romances “Feliz Ano Velho” (1982, Prêmio Jabuti), “Blecaute” (1986), “Ua:brari” (1990), “Bala na Agulha” (1992) e “Não És Tu, Brasil” (1996), todos antes editados pela ARX e agora pela Objetiva. Publicou também o livro de crônicas “As Fêmeas” (1994). Foi traduzido para o inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e tcheco. Como dramaturgo, escreveu “525 Linhas” (1989), “O Predador Entra na Sala” (1997), “Da Boca pra Fora – E Aí, Comeu?” (1999, Prêmo Shell), “Mais-Que-Imperfeito” (2000), “ As Mentiras que os Homens Contam” (2001), “Closet Show” (2001) e “No Retrovisor” (2002).

    Participou da 1ª. Mostra de Dramaturgia do Sesi, com a peça “Os Marcianos” (2004). Traduziu do inglês as peças de teatro “Suburbia”, “Deus é um DJ” e “A Tempestade”. Fez roteiros para a Rede Globo para os programas “Fantástico – Vida ao Vivo” (2000) e “Sexo Frágil” (2003-04). Atua como jornalista desde 1983: destacou-se como crítico literário da revista “Veja”, apresentador do programa “Fanzine” da TV Cultura e colunista e articulista do jornal “Folha de S. Paulo” e da revista “Vogue RG”. Em 2003, publicou pela Editora Objetiva o romance “Malu de Bicicleta”, depois de oito anos dedicados ao teatro. Atualmente, é colunista do jornal “O Estado de São Paulo”.

  • Judith Johnson

    Escreve para teatro há 20 anos. Já escreveu para o National Theatre, Royal Court e Liverpool Playhouse, entre outros.Também escreveu para rádio e televisão. Atualmente está trabalhando no projeto de uma peça de rádio e um musical. O seu texto Stone Moon foi comissionado para participar da primeira edição do Connections. Scary Play (Peça de horror) é a sua terceira peça para o programa Connections.